O Programa de Transporte Urbano do Distrito Federa (PTU), o Brasília Integrada, existe desde 2004 e provem do Secretaria de Transportes. O Programa acaba de receber um orçamento internacional graças a um empréstimo ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O objetivo principal de Brasília Integrada é promover o transporte público mediante a melhoramento do transporte coletivo urbano no DF e a criação de novas vias de transporte alternativo e não-poluente. Atualmente, Brasília tem 850 linhas de ônibus interurbanas diferentes. Depois da implantação do programa Brasília Integrada, a cidade contará com apenas 320 trechos.
Em 6 de dezembro de 2007, uma das primeiras concorrências públicas foi aberta, com a meta de contratar a empresa de menor preço para a execução das obras planejadas. Em 7 de janeiro passado, foi enviada uma carta-convite para escolher a empresa responsável de produzir o Relatório de Controle Ambiental. As obras de transformação urbana profunda devem durar até 2014, depois que acabar o período do governo atual, cujo prazo vence em novembro de 2011. O contrato para outorgar o empréstimo de US$ 176,7 milhões será assinado a semana que vem em Washington. Em contrapartida deste dinheiro, o governo federal acrescentará US$ 93,1 milhões.
Concretamente, o Programa Brasília Integrada se divide em 4 etapas. Na primeira fase, ganharão corredores exclusivos para transporte coletivo sete avenidas brasilienses: Hélio Prates, EPTG, Smadu, Avenidas Comercial e Central de Taguatinga, Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG), e Estrada Parque Setor Policial Sul. Esta fase inclui também a implantação de 31 terminais de integração, sendo que 17 serão construídos e 14 reformados. A segunda etapa de Brasília Integrada será a implantação de uma nova concepção de operaçaõ para o sistema de transporte público coletivo: a integração ônibus- metrô - microônibus. Isso será possibilitado pela implantação de vias exclusivas para ônibus, a construção de abrigos de passageiros e a implantação da bilhetagem eletrônica, que permite o pagamento único e o uso de qualquer tipo de transporte público durante um prazo predefinido.
A terceira etapa é a mais avança do ponto de vista dos transportes duradouros e sustentáveis. Consiste na introdução de transportes coletivos tipo Veículos Leves sobre trilhos (VST), cujos investimentos serão de R$ 1,35 bilhão. Serão construídos 4 ramais que interligarão a Asa Sul à Asa Norte, o aeroporto à rodoviária e o Memorial JK ao Congresso Nacional. O Departamento das Estradas e das Rutas (DER) DFTrans (Autarquia de transporte urbano do DF) e Novacap são as três Unidades de Gerenciamento Locais (UGL) do Programa de Transporte Urbano do DF. O primerio ramal será inaugurado em 2008 e interligará a Asa Sul à Asa Norte.
Finalmente, a quarta fase ocorrerá a primeira, com a abertura de 42 novos quilômetros de ciclovias interligando São Sebastião, Itapoâ e Samambaia a Brasília. A meta deste projeta é favorcer u oso da bicicletas pelos trabalhadores até o ponto de trabalho. Da mesma maneira, os atletas, que utilizam as ciclovias para treinar e se manter em forma, constatarão as inumeráveis vantagens deste projeto, chamado Pedala DF. Atualmente, a única ciclovia de Brasíla se encontra no Parque da Cidade e é um circuito fechado de aproximadamente 20 km. Um ciclista que usa as vias que nâo são reservadas aos ciclistas corre grande perigo de morte ou de ser atropelado, dado que a taxa de acidentes automobilístico é ainda muito alta. Além disso, o Programa Brasília Integrada prevê a instalação de bicicletários nos lugares estratégicos: por exemplo, a Estação de metrô 33 em Samambaia. Não tem nenhum bicicletário na cidade de Brasília neste momento. O Projeto Cicloviário do DF contará com 400 km de ciclovias em diversas áreas do DF e com ciclofaixas e sinalização de proteção ao ciclista.
Para terminar, só podemos alegrar-nos com esta notícia cheia de promessas que nos permitem entrever um futuro ecologicamente melhor, uma vida mais sã para todos os Brasilienses e as gerações futuras. Cada vez mais trabalhadores usam o metrô para ir ao trabalho. Todo dia podemos fazer algo para preservar o meio ambiente. É nosso dever agir bem em função do bem, porque cada gesto, mesmo o menor, faz uma diferença no final das contas.
Para escrever este artigo me baseei no caderno especial Brasília Integrada, publicado em 26 de janeiro de 2008 pela Secretaria de Transportes, em colaboração com Governo Do Distrito Federal, no Jornal da Comunidade de Brasília.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário